Montepio Rainha Dona Leonor expande corpo clínico com seis novos especialistas

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montepio reforça equipas

O Montepio Rainha Dona Leonor ampliou durante o ano de 2025 o seu corpo clínico com a entrada de seis médicos em áreas fundamentais para a resposta assistencial da instituição. A organização passou a dispor de 59 profissionais distribuídos por 27 especialidades, num movimento que pretende ajustar a capacidade de atendimento às necessidades da região.

As contratações concentraram-se em Ginecologia, Medicina Geral e Familiar, Neurologia e Medicina Interna. A instituição introduziu também a Acupuntura como nova valência clínica.

Em Ginecologia, área que regista procura elevada, entrou em novembro a Dra. Naiegal Pereira. O serviço conta agora com dois especialistas. Já em Medicina Geral e Familiar, a Dra. Ana Afonso reforçou a equipa em fevereiro e assumiu as consultas de planeamento familiar e saúde infantil, setores que até então não tinham acompanhamento dedicado. São agora cinco os médicos desta especialidade.

A Neurologia passou a ter dois profissionais após a chegada, em agosto, do Dr. Miguel Schön. Na Medicina Interna, o Dr. Rafael Oliveira juntou-se este mês aos dois colegas que já trabalhavam no serviço. O Dr. Hugo Libório iniciou também em agosto a prática de Acupuntura, primeira vez que esta terapêutica integra a oferta do Montepio Rainha Dona Leonor.

Paulo Ribeiro, presidente do Conselho de Administração, considera que a expansão marca uma fase importante na trajetória da instituição. “Reforçamos especialidades que têm impacto direto na vida das pessoas. A integração de novos médicos nestas áreas representa um investimento concreto no acesso e na qualidade dos cuidados”, afirma o responsável.

Mafalda Santos, diretora clínica, enquadra as contratações numa estratégia mais vasta de adaptação aos desafios do setor. “Atravessamos uma fase de mudança acelerada, marcada pelo envelhecimento demográfico, pela diversidade cultural e pela evolução tecnológica. A medicina caminha para modelos mais personalizados e centrados no utente”, explica. A responsável destaca ainda a intenção de promover um papel mais ativo dos associados e utentes na gestão da própria saúde, com recurso a ferramentas digitais, acompanhamento próximo e equipas multidisciplinares.

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