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Relatório de Sinistralidade Rodoviária de 2024: Acidentes e Fiscalizações em Destaque

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A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) divulgou o relatório de sinistralidade referente aos primeiros sete meses de 2024, revelando um panorama de evolução nos acidentes e na fiscalização rodoviária em Portugal. Entre janeiro e julho, foram registados 21.486 acidentes com vítimas em todo o território nacional, incluindo as regiões autónomas, resultando em 272 vítimas mortais, 1.543 feridos graves e 24.974 feridos leves.

Em relação ao ano de 2019, referência para metas europeias de redução de sinistralidade, houve uma diminuição de 8,1% no número de vítimas mortais e de 0,5% nos feridos leves. Contudo, o período registou um aumento de 10,7% nos feridos graves e de 3,3% no número de acidentes.

Dentro das localidades, o número de vítimas mortais subiu 23,6% em comparação com 2019, enquanto fora das localidades houve uma redução de 16,2%. A colisão foi a natureza de acidente mais comum, representando 53,3% do total de ocorrências, seguida pelos despistes, que, embora menos frequentes, foram responsáveis por 43,2% das mortes.

Entre as vítimas mortais, 74,4% eram condutores, enquanto os peões representaram 14,3% e os passageiros, 11,3%. Veículos ligeiros estiveram envolvidos em 70,5% dos acidentes, com destaque para o aumento no número de acidentes envolvendo motociclos (+33,8% face a 2019) e velocípedes (+48% face a 2019).

Nos primeiros sete meses de 2024, foram fiscalizados 141,9 milhões de veículos, um aumento de 79,8% em relação ao período homólogo de 2023. As infrações por excesso de velocidade, que representaram 72,6% do total registado, subiram 23,1%. Em contraste, infrações relacionadas com o uso do telemóvel, cinto de segurança e sistemas de retenção infantil apresentaram decréscimos significativos.

Os testes de alcoolemia diminuíram 5,8%, com uma redução de 16,6% na taxa de infração por condução sob influência de álcool. A criminalidade rodoviária, traduzida em detenções, caiu 38,8%, refletindo melhorias no comportamento dos condutores.

Embora os números indiquem progressos em alguns indicadores, como a redução na gravidade dos acidentes e no índice de criminalidade rodoviária, persistem desafios na diminuição de feridos graves e no aumento da fiscalização eficaz. A ANSR reforça a importância de campanhas educativas e de uma fiscalização contínua para promover uma condução mais segura e reduzir a sinistralidade nas estradas portuguesas.

Consulte o relatório oficial aqui

Fonte: ANSR

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